quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Poeta


Nem só de cães se fazem as companhias. Gatos também os há e cada um com a sua única e exclusiva personalidade fazem as delicias dos seus donos.

Há-os de todas as raças, com mais pêlo, menos peludos, brancos, às cores, pretos e há o Poeta! Nascido juntamente com mais cinco irmãos ele era o maus fuinha de todos, o que menos mamava, o que mais tardiamente abriu os olhos ao mundo, todavia, aquele que fascinou alguém e que por isso foi o escolhido.

No início da sua vida passava horas à janela e sem eu saber em que pensava ficou Poeta. Adora beber água da torneira, implora para que lha abram e guloso como é adora latinhas. Durante a noite premeia-nos com a sua companhia na nossa cama, sendo esta uma das retribuições que nos dá sem que nós péçamos algo.
N. Rama




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